Há livros que nascem da mente. Outros, do coração. O Jardim que Me Habita nasceu da alma, um terreno fértil onde plantei cada dor, cada descoberta, cada renascimento. Escrevê-lo foi uma forma de me curar, de me olhar, de me lembrar que, mesmo quando tudo parece seco, há sementes dormindo em silêncio. Neste post, compartilho …
